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Explore Madeira

Atividades27

Na montanha, na água e no ar: tudo o que se pode fazer na ilha; reservas e preços junto de cada atividade.

  • Canyoning

    O canyoning chegou à Madeira na década de 1990 pela mão de entusiastas franceses; em 2000 estavam já equipados cerca de quarenta canyons. As ribeiras que descem as montanhas oferecem descidas para todos os níveis, sempre com um guia que conheça o terreno: o Ribeiro Bonito, um dos mais completos, o Ribeiro Frio na costa norte, a Ribeira das Cales, a Água Negra e a sua cascata, o Lajeado e as suas lagoas, a Ribeira da Hortelã, a mais procurada mas difícil, a Ribeira Funda e o Vimieiro. Em espaço florestal a atividade exige licença, pedida no SIMplifica.

  • Escalada

    Falésias costeiras e paredes do interior, num basalto muito sólido: três locais de dificuldade variada estão abertos, com licença pedida no SIMplifica, e a modalidade cresce. Os escaladores clássicos ainda podem abrir novas vias; operadores especializados acompanham iniciantes e experientes.

  • Coasteering

    Progredir ao longo da costa combinando caminhada, natação, snorkeling, exploração de grutas, rappel e saltos para a água: o instituto regional das florestas descreve esta atividade recente como especialmente adequada às baías e enseadas da Ponta de São Lourenço, área protegida no extremo leste da ilha, praticável em qualquer altura do ano. Adapta-se ao perfil de cada um e faz-se com operadores especializados; a licença pede-se no SIMplifica.

  • BTT

    A ilha conta com 13 trilhos de BTT independentes licenciados e 8 percursos homologados pela Federação Portuguesa de Ciclismo no Centro de Cycling do Porto Moniz, a maioria dentro do Parque Natural: Poiso, zona entre a Fonte do Bispo e os Prazeres (Calheta), Paul da Serra entre a Bica da Cana e os Estanquinhos e, mais recentemente, as zonas altas do Funchal.(4,09 km), Pico das Pedras (2,49 km, dificuldade média), Down – São Jorge (1,4 km, rápido e difícil) ou Bica da Cana – Lameirinhas. A circulação em BTT é permitida em todos os caminhos florestais com licença do instituto regional das florestas, pedida no SIMplifica.

  • Passeios de jipe e tours de natureza

    Para chegar aos recantos mais escondidos da ilha, os tours organizados: passeios de jipe com guia, imersão na Laurissilva, fauna, flora, história e localidades. Nos caminhos florestais, os veículos todo-o-terreno, buggys e motos 4 só circulam com licença, pedida no SIMplifica.

  • Campismo em áreas florestais

    Acampar em áreas florestais públicas está regulamentado e carece de licença emitida pelo instituto regional das florestas, pedida no SIMplifica: 5 € por tenda e por noite, isenção para residentes na Região mediante comprovativo. O campista deve ter consigo a autorização para a Polícia Florestal. Fogueiras proibidas fora dos locais próprios, lixo a levar de volta, sem ruído nem colheita de plantas. As zonas de acampamento constam da página do instituto regional das florestas; o parque florestal do Montado do Pereiro (Poiso) é um dos parques de lazer de referência.

  • Observação de baleias e golfinhos

    As águas do arquipélago, que descem até 3000 m de profundidade perto da costa, permitem observar cetáceos todo o ano — a baleia-piloto entre as espécies residentes, mas também as tartarugas marinhas e, com sorte, o lobo-marinho das Desertas. As saídas partem sobretudo da marina do Funchal, da Calheta e de Machico, em catamarã, veleiro ou semirrígido, e seguem o regulamento regional de observação de vertebrados marinhos.

  • Mergulho

    Água a 18–24 °C todo o ano, boa visibilidade e fundos vulcânicos: a Reserva Natural Parcial do Garajau, primeira reserva exclusivamente marinha de Portugal (1986), é o local de referência, com sete spots listados pelo turismo regional; o mergulho faz-se com reserva no SIMplifica e os desportos náuticos motorizados estão proibidos. Duas corvetas afundadas formam recifes artificiais: a Afonso Cerqueira (2018) no Parque Marinho do Cabo Girão, a 400 m da Fajã do Rancho e cerca de 30 m de profundidade, e a General Pereira d'Eça (2016) no Porto Santo, perto do Madeirense. O Sítio da Rocha do Navio, na costa norte, admite também mergulho amador.

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