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A ver

  • Praia de areia da Calheta
  • Rabaçal e Paul da Serra
  • Ponta do Pargo: farol e Garganta Funda

🏛️ Sede : Calheta🌐 Site da Câmara🚌 2 linhas servem o concelho.

Um pouco de história

Povoada desde as primeiras décadas, a Calheta viveu do açúcar e depois da emigração: é talvez o concelho que mais madeirenses enviou para todos os cantos do mundo. As suas armas trazem uma pomba de ouro, símbolo do Espírito Santo, em campo vermelho. O feriado municipal é a 24 de junho, dia de São João, com uma semana de exposições, concertos e provas desportivas. No recenseamento de 2011 o concelho tinha cerca de 11 521 habitantes.

Os lugares a ver5

  • 🏛️ Cultura

    Capela de Nossa Senhora do Loreto (Arco da Calheta)

    Uma capela do século XVI, começada por volta de 1510 como oratório das casas de Pedro Gonçalves da Câmara, filho do segundo capitão do Funchal. A pia de água benta renascentista em mármore foi colocada em 1530. A arquitetura mistura manuelino e revivalista, este sobretudo na ampla galilé retangular aberta na fachada principal, assente em colunas de mármore com capitéis coríntios. No interior, uma via-sacra pintada e sobretudo um teto de alfarje mudéjar octogonal, branco e azul, com cordames brancos e dourados. Classificada Monumento de Interesse Público.

  • 🏛️ Cultura

    Capela dos Reis Magos (Estreito da Calheta)

    Fundada em 1529 por Francisco Homem de Gouveia e por sua mulher Isabel Afonso, junto a uma extensa propriedade que servia então de sede de morgadio. É uma pequena construção popular, do tipo que se erguia por toda a ilha durante o primeiro século do povoamento. Está classificada Monumento de Interesse Público. Fica no Estreito da Calheta, freguesia cujo nome vem da proximidade à Calheta e do vale apertado.

  • 🏛️ Cultura

    Igreja de São Pedro (Ponta do Pargo)

    A igreja paroquial da Ponta do Pargo, no planalto da ponta oeste. A paróquia foi estabelecida em meados do século XVI numa pequena capela de São Pedro, remodelada em 1599 e em 1620; o edifício atual resulta das obras de 1851 e não guarda nada do antigo. De estilo maneirista, prende a atenção pela torre sineira, pela fachada em empena e pelo portal em arco. No interior está uma das peças mais antigas da ilha: um cálice de prata dourada com pé em estrela de seis pontas, anterior à construção da igreja.

Miradouros12

  • 🔭 Miradouro

    Miradouro do Farol da Ponta do Pargo

    • 🏅 Rede de Monumentos Naturais da Região
    • 🏅 Área protegida

    O fim da ilha: na Ponta da Vigia, o cabo mais ocidental da Madeira, o miradouro fica no topo de uma arriba de 290 m, com vista sobre o Atlântico e sobre as arribas imponentes que correm até às Achadas da Cruz, no concelho do Porto Moniz. O farol, em funcionamento desde junho de 1922, tem uma torre de 14 m e a luz brilha a 312 m de altitude; está classificado como património de valor local pelo Governo Regional, e um pequeno museu criado em 2001 expõe peças, fotografias e documentos sobre os faróis da Madeira. O local pertence à Área Protegida da Ponta do Pargo: Monumento Natural, Paisagem Protegida e parque natural marinho, com as suas fajãs cultivadas, os «palheiros» e os socalcos de pedra.

  • 🔭 Miradouro

    Miradouro da Achada de Santo Antão (Farol Verde)

    Também chamado «Farol Verde», este miradouro fica no topo da arriba da Achada de Santo Antão, na freguesia do Arco da Calheta, um dos primeiros lugares da ilha a ser povoado e cultivado depois da descoberta. A costa irregular separa o azul do Atlântico do manto verde das encostas; domina-se o Arco da Calheta e vê-se a Madalena do Mar, freguesia da Ponta do Sol conhecida pelo seu bairro de pescadores. Ponto de descolagem apreciado para o parapente.

Banhos6

Banhos6
  • 🏝️ Zona balnear

    Praia da Calheta (areia)

    • 🏅 Bandeira Azul 2026

    A primeira praia artificial da Madeira: inaugurada em 2004 junto ao porto de recreio da Calheta, 100 m de areia dourada importada de Marrocos e cerca de 7300 m² de solário, protegidos por dois quebra-mares. Acesso livre; espreguiçadeiras e chapéus-de-sol, bar, balneários e primeiros socorros. Água quente e calma, apreciada para canoagem e windsurf. Bandeira Azul 2026. Época balnear 2026: 29 de junho a 30 de setembro, praia de banhos com nadadores-salvadores assegurados. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia da Ribeira das Galinhas (Paul do Mar)

    A praia animada do Paul do Mar, uma das mais procuradas da costa oeste: calhau, água límpida e quente quase todo o ano, ambiente descontraído. Não vigiada, mas bem equipada — bar, solário, chapéus-de-sol, duches — com os bares e restaurantes da vila, que servem o peixe desta costa, em redor. Muito apreciada pelos surfistas, já acolheu várias competições. Época balnear 2026: 15 de junho a 15 de setembro, mas assistência a banhistas ainda não confirmada. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia do Porto (Paul do Mar)

    No extremo leste do Paul do Mar, junto ao porto, a praia de calhau de uma vila que vive do mar há séculos: de um lado as ruas estreitas abrigadas pela arriba, do outro o Atlântico onde flutuam os barcos de pesca tradicionais. Água límpida e amena todo o ano. Em julho, a vila acolhe a Festa da Lapa, que atrai madeirenses e turistas. Época balnear 2026: 15 de junho a 15 de setembro, mas assistência a banhistas ainda não confirmada. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia do Portinho (Jardim do Mar)

    O spot de surf do Jardim do Mar, conhecido dos surfistas de todo o mundo: calhau basáltico no extremo leste da vila, pontão e rampa para entrar na água. Entre point breaks e reef breaks, a ondulação do Atlântico Norte faz as delícias dos surfistas experientes — o local recebeu o Red Bull Big Wave Challenge e uma etapa do campeonato do mundo. A vila, pousada numa fajã sob as arribas, merece o passeio. Época balnear 2026: 15 de junho a 15 de setembro, mas assistência a banhistas ainda não confirmada. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia do Calhau (Calheta)

    A praia de calhau da Calheta, a dois passos do centro da vila, mais sossegada do que a grande praia de areia importada aberta em 2004 mesmo ao lado. A Calheta é um dos concelhos com menos chuva do arquipélago, o que alonga a época balnear. Vários restaurantes de peixe ficam ali perto.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia da Enseada (Jardim do Mar)

    A outra praia do Jardim do Mar, uma das mais famosas da ilha entre os amantes do surf: calhau, acesso livre e uma ondulação suficientemente forte para ser reservada a surfistas avançados — daí as competições nacionais e internacionais que aqui se disputam regularmente. Em redor, as casas baixas e as ruas estreitas da vila, e a fajã majestosa fechada pelas arribas. Não é água balnear oficial em 2026: nenhuma vigilância garantida; respeite as indicações no local e as bandeiras.

Natureza5

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  • 🌿 Natureza

    Rabaçal

    No Paul da Serra, a varanda do Pico da Urze abre-se sobre o maior vale da ilha coberto de Laurissilva — Património Mundial da UNESCO, sítio da Rede Natura 2000, classificado como área de repouso e silêncio pelo Parque Natural da Madeira. Do parque da ER 105 partem os percursos mais famosos da Madeira: a Levada das 25 Fontes (PR 6), a Levada do Risco (PR 6.1), o Alecrim (PR 6.2), a Lagoa do Vento (PR 6.3) e, em baixo, a Casa do Rabaçal, ponto de encontro com o seu centro de receção sobre a história das levadas; o Túnel do Cavalo (1863–1877) e o Túnel das Estrebarias (1855) contam a primeira travessia das águas do norte para o sul. Todos os percursos exigem reserva no SIMplifica (4,50 €).

  • 🌿 Natureza

    Cascata da Garganta Funda

    Uma queda de cerca de 140 m na ponta sudoeste da ilha, na freguesia da Ponta do Pargo. Chega-se do Pedregal por um caminho curto e fácil de cerca de 600 m, só à ida, que leva ao miradouro de onde se vê. Dali abrange-se também o Atlântico e o farol da Ponta do Pargo, assente numa falésia a 290 m. A queda sai de uma encosta recortada e coberta de verde.

    Cerca de 600 m a pé, só à ida
  • 🌿 Natureza

    Cascata do Risco

    No fim da Levada do Risco, no Rabaçal: uma queda que cai na vertical e desenha uma linha branca sobre a rocha escura. Chega-se pelo PR 6.1, percurso fácil de 1,5 km à ida a partir da ER 105, cerca de duas horas ida e volta, a uns 1 000 m de altitude. O percurso partilha o início com a Levada das 25 Fontes (PR 6). O miradouro do Risco fecha o trajeto.

    4,50 € por visitante com mais de 12 anos, reserva SIMplifica (PR 6.1)
  • 🌿 Natureza

    Lagoa das 25 Fontes

    Uma lagoa ao fundo de uma parede de onde brotam as águas descidas do Paul da Serra: contam-se vinte e cinco nascentes, daí o nome. O local está classificado como geossítio C01 – 25 Fontes pelo seu valor científico, e foi essa circulação subterrânea que tornou possível a construção das levadas. Chega-se pelo PR 6, 4,3 km à ida a partir da ER 105 no Rabaçal, cerca de três horas, dificuldade moderada, entre 964 e 1 288 m.

    4,50 € por visitante com mais de 12 anos, reserva SIMplifica (PR 6)
  • 🌿 Natureza

    Lagoa do Vento

    Uma lagoa formada pelas águas da Ribeira do Lajeado, que caem aqui do alto da escarpa. Desce-se pelo PR 6.3, 1,8 km à ida desde a Casa de Abrigo do Rabaçal, cerca de hora e meia, percurso fácil. O trajeto atravessa uma zona de transição entre o urzal de altitude e a Laurissilva: encontram-se aqui a uveira-da-serra e o loureiro.

    4,50 € por visitante com mais de 12 anos, reserva SIMplifica (PR 6.3)

Cultura5

Cultura5
  • 🏛️ Cultura

    Capela de Nossa Senhora do Loreto (Arco da Calheta)

    Uma capela do século XVI, começada por volta de 1510 como oratório das casas de Pedro Gonçalves da Câmara, filho do segundo capitão do Funchal. A pia de água benta renascentista em mármore foi colocada em 1530. A arquitetura mistura manuelino e revivalista, este sobretudo na ampla galilé retangular aberta na fachada principal, assente em colunas de mármore com capitéis coríntios. No interior, uma via-sacra pintada e sobretudo um teto de alfarje mudéjar octogonal, branco e azul, com cordames brancos e dourados. Classificada Monumento de Interesse Público.

  • 🏛️ Cultura

    Capela dos Reis Magos (Estreito da Calheta)

    Fundada em 1529 por Francisco Homem de Gouveia e por sua mulher Isabel Afonso, junto a uma extensa propriedade que servia então de sede de morgadio. É uma pequena construção popular, do tipo que se erguia por toda a ilha durante o primeiro século do povoamento. Está classificada Monumento de Interesse Público. Fica no Estreito da Calheta, freguesia cujo nome vem da proximidade à Calheta e do vale apertado.

  • 🏛️ Cultura

    Igreja de São Pedro (Ponta do Pargo)

    A igreja paroquial da Ponta do Pargo, no planalto da ponta oeste. A paróquia foi estabelecida em meados do século XVI numa pequena capela de São Pedro, remodelada em 1599 e em 1620; o edifício atual resulta das obras de 1851 e não guarda nada do antigo. De estilo maneirista, prende a atenção pela torre sineira, pela fachada em empena e pelo portal em arco. No interior está uma das peças mais antigas da ilha: um cálice de prata dourada com pé em estrela de seis pontas, anterior à construção da igreja.

  • 🏛️ Cultura

    Casa das Mudas – Centro das Artes (Calheta)

    Numa colina sobre a Calheta, a pouco mais de trinta minutos do Funchal, o museu de arte contemporânea da Madeira: inaugurado em outubro de 2004 num edifício do arquiteto Paulo David, nomeado para o prémio Mies van der Rohe em 2005 e medalha Alvar Aalto em 2012 pela integração na paisagem. A coleção, transferida da Fortaleza de São Tiago, reúne cerca de 400 peças dos anos 1960 até hoje — Lourdes Castro, Vieira da Silva, Fernando Calhau, Palolo, Cabrita Reis, Blaufuks, Ana Hatherly… — com auditório, biblioteca, loja, cafetaria e restaurante, exposições temporárias, concertos e teatro.

  • 🏛️ Cultura

    Engenho da Calheta (moulin à canne et musée)

    O «ouro branco» da Madeira contado onde ainda se transforma: a Sociedade dos Engenhos da Calheta foi fundada entre finais do século XIX e início do século XX, em plena industrialização, e o seu engenho é um dos mais antigos da ilha. O museu recria a história da fábrica e mostra a transformação da cana em mel de cana e em aguardente, dois produtos regionais de renome nacional e internacional, através de peças dos séculos XIX e XX — verdadeiros objetos de arqueologia industrial —, um filme bilingue e painéis.

Sítios e aldeias3

Sítios e aldeias3
  • 📍 Sítio

    Calheta

    Comunhão de mar, arribas e pores do sol tardios: a Calheta é o maior concelho da Região, 116 km² e cerca de 12 000 habitantes em oito freguesias (Arco da Calheta, Calheta, Estreito da Calheta, Fajã da Ovelha, Jardim do Mar, Paul do Mar, Ponta do Pargo, Prazeres), com um dos índices de pluviosidade mais baixos da ilha e um clima ameno todo o ano. A vila alinha a praia de areia importada (2004, Bandeira Azul) e a marina de 337 postos, o Engenho da Calheta — um dos engenhos de cana mais antigos da ilha, para o mel e a aguardente — e, na colina, a Casa das Mudas, museu de arte contemporânea premiado (medalha Alvar Aalto 2012). O Rabaçal, o Paul da Serra e a Ponta do Pargo ficam no seu território.

  • 📍 Sítio

    Jardim do Mar

    A vila da costa oeste pousada numa fajã ao pé de altas arribas, cujo nome lembra as flores silvestres que a cobriam; ruas estreitas e casas baixas tradicionais, moinho de água recentemente restaurado e uma reputação mundial entre os surfistas: as praias do Portinho — point breaks e reef breaks, Red Bull Big Wave Challenge, etapa do campeonato do mundo — e da Enseada, reservadas a experientes, recebem algumas das melhores ondas da Europa. Desce-se pela estrada ou, quando aberta, pela Vereda do Jardim do Mar (PR 20) desde os Prazeres.

  • 📍 Sítio

    Paul do Mar

    No sudoeste da ilha, uma freguesia do concelho da Calheta moldada pelo mar: um «paul», vale abrigado por rochedos imponentes de um lado e banhado pelo oceano do outro. Centro de pesca importante — o peixe faz a fama dos restaurantes —, a vila acolheu desde 1912 uma fábrica de conservas de atum para exportação, cuja chaminé ainda existe. Como no Jardim do Mar, as ondas atraem os surfistas; as praias do Porto e da Ribeira das Galinhas bordam a frente de mar e os seus bares. Desce-se pela estrada ou pelo Caminho Real do Paul do Mar (PR 19) desde os Prazeres, 534 m de degraus calcetados. Festa da Lapa em julho.

As freguesias8

As freguesias8

Trilhos PR13

Prático7

O serviço mais próximo de cada tipo, a partir de Calheta, em linha reta.