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A ver

  • Baía e centro histórico de Machico
  • Ponta de São Lourenço
  • Museu da Baleia, Caniçal

🏛️ Sede : Machico🌐 Site da Câmara🚌 4 linhas servem o concelho.

Um pouco de história

Em julho de 1419, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz desembarcam na praia de Machico; a 2 de julho, dia da Visitação, franciscanos que acompanhavam a expedição celebram ali a primeira missa da Madeira. A 8 de maio de 1440, o Infante D. Henrique doa a capitania de Machico a Tristão Vaz e aos seus descendentes: é a primeira sede de capitania do arquipélago, da Ponta da Oliveira (Caniço) à Ponta de São Lourenço e à Ponta do Tristão (Porto Moniz). O açúcar prospera no século XV — cerca de um quinto da produção regional em 1494 — e o cónego Jerónimo Dias Leite atribui a Machico o primeiro açúcar madeirense vendido. A igreja matriz, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, é do final do século XV.

Os lugares a ver11

  • 🏛️ Cultura

    Aqueduto de Machico

    Classificado Monumento de Interesse Municipal, o aqueduto do século XIX corre entre o Caminho do Engenho e a Rua da Estacada. Levava água ao antigo engenho de cana-de-açúcar de Machico — desde o século XVI a ilha era um dos grandes produtores de açúcar, o «ouro branco». Das catorze arcadas originais restam oito, em cantaria vermelha do Caniçal, com vãos de 4,40 m, encostadas ao muro de proteção da Ribeira de Machico. A alvenaria é de basalto rústico rebocado a argamassa de cal; o canal, a levada, é de pedra e cal. O edifício passou a museu em 2001, com projeto de conservação do arquiteto Victor Mestre.

  • 🌿 Natureza

    Baía de Machico

    A baía onde os primeiros navegadores aportaram em 1419. Estende-se por várias centenas de metros e reúne uma praia de calhau, uma praia de areia amarela importada, um cais e uma marina. As montanhas verdes que a fecham formam uma espécie de anfiteatro a descer para o mar. Pratica-se vela, canoagem e windsurf; ao fundo do cenário surgem as Desertas e a Ponta de São Lourenço.

  • 🌿 Natureza

    Cais do Sardinha

    No fim da Vereda da Ponta de São Lourenço (PR 8), depois de três quilómetros a pé à ida, uma pequena enseada onde se pode tomar banho. Não é praia equipada: sem apoio nem vigilância: tenha cuidado. A água é translúcida e o local fica dentro da reserva natural parcial. Daqui a vista alcança longe sobre o Atlântico, com as Desertas e o Porto Santo no horizonte.

    4,50 € por visitante com mais de 12 anos, reserva SIMplifica (PR 8)

Miradouros4

  • 🔭 Miradouro

    Miradouro do Pico do Facho

    A norte de Machico, no caminho que sobe ao cume antes do túnel do Caniçal, o Pico do Facho (280 m) está carregado de história: acendiam-se aqui grandes fogueiras para avisar a população da chegada de navios inimigos. A vista abrange todo o vale e a cidade de Machico, os picos do centro da ilha, a Ponta de São Lourenço a leste e as Desertas (Ilhéu Chão, Deserta Grande, Bugio) a sudeste — uma lição sobre o relevo vulcânico da ilha.

  • 🔭 Miradouro

    Miradouro da Ponta do Rosto

    Na península de São Lourenço, Monumento Natural, no Caniçal, a Ponta do Rosto tem uma particularidade rara: veem-se ao mesmo tempo a costa norte e a costa sul da ilha. Arribas abruptas de grande interesse geomorfológico, clima semiárido e ventos de norte que explicam as plantas rasteiras e a ausência de árvores — o oposto das florestas verdes da Madeira —, plantas raras, uma das maiores colónias de gaivotas da Região e aves marinhas protegidas como a cagarra e a alma-negra. Em dias limpos, o Porto Santo. Acessível de carro na estrada da Baía d'Abra (o PR 8, mais adiante, é pago).

Banhos8

Banhos8
  • 🏝️ Zona balnear

    Praia da Ribeira do Natal (Caniçal)

    • 🏅 Bandeira Azul 2026

    Uma das enseadas mais encantadoras da costa leste, abrigada por montanhas verdes frente a um mar límpido, e no entanto pouco conhecida. A promenade que a acompanha liga-a ao Caniçal — perfeita para correr ou caminhar à beira-mar. Equipamentos completos: espreguiçadeiras e chapéus-de-sol num grande solário, vigilância na época, bar e estacionamento. As suas águas receberam em 2016 a classificação «Ouro» da Quercus. Bandeira Azul 2026. Época balnear 2026: 16 de junho a 27 de setembro, praia de banhos com nadadores-salvadores assegurados; classificada como praia de uso limitado. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia da Banda d'Além (Machico)

    • 🏅 Bandeira Azul 2026

    A praia de areia de Machico, na margem direita da foz da Ribeira de Machico: cerca de 70 m de comprimento por 100 m de largura, em areia dourada importada de Marrocos — uma das raras do género na ilha, tornada uma das zonas de lazer mais populares da baía. Nadador-salvador na época; cabines, duches, sanitários, estacionamento, passadiços de acesso e condições para pessoas com mobilidade reduzida, equipamentos de lazer e desporto. Bandeira Azul 2026. Época balnear 2026: 16 de junho a 27 de setembro, praia de banhos com nadadores-salvadores assegurados. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Prainha (Caniçal)

    • 🏅 Bandeira Azul 2026

    A única praia de areia natural da costa leste: perto da Ponta de São Lourenço, a Prainha distingue-se das praias de calhau pela areia natural vulcânica de tons acobreados e pelo cenário amarelo e castanho, árido, o oposto do verde da ilha. Logo acima, as dunas da Piedade e os seus fósseis calcários com 300 000 anos, únicos na Europa, sob a capela de Nossa Senhora da Piedade (século XVI). Restaurante, balneários, sanitários, chapéus-de-sol, espreguiçadeiras e estacionamento. Bandeira Azul 2026. Época balnear 2026: 30 de junho a 27 de setembro, praia de banhos com nadadores-salvadores assegurados; classificada como praia de uso limitado. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia de São Roque (Machico)

    A grande praia de calhau da baía de Machico, entre a foz da Ribeira de Machico e a Capela de São Roque, construída em 1489 por Tristão Vaz Teixeira, um dos descobridores da ilha. Acesso livre; sanitários, duches, posto de primeiros socorros, zona de chapéus-de-sol, restaurantes e bares nas proximidades; vigiada por nadadores-salvadores na época. Época balnear 2026: 26 de junho a 27 de setembro, praia de banhos com nadadores-salvadores assegurados. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Praia da Alagoa (Porto da Cruz)

    Na costa nordeste, no Porto da Cruz, um quadro de contrastes: o azul límpido da água, a grande montanha verde que domina o mar e, entre os dois, a areia preta vulcânica — que, consoante a época e as correntes, dá por vezes lugar a calhau rolado. Bom acesso ao mar, restaurante, bar, balneários, sanitários, espreguiçadeiras e chapéus-de-sol para alugar, parque infantil e estacionamento público. Spot muito apreciado pela comunidade do surf. Época balnear 2026: 8 de junho a 27 de setembro, mas assistência a banhistas ainda não confirmada. Com ondulação forte respeite as bandeiras: vermelha = banhos proibidos.

  • 🏝️ Zona balnear

    Complexo Balnear do Caniçal

    Na frente de mar do Caniçal, um complexo inaugurado em 2003 com vista para a imensidão do Atlântico: duas piscinas de água salgada — uma grande para adultos, uma pequena para crianças — e duas escadas que descem diretamente para o mar. Balneários, espreguiçadeiras, chapéus-de-sol, bar com esplanada. Entrada paga. Não é água balnear oficial em 2026: nenhuma vigilância garantida; respeite as indicações no local e as bandeiras.

Natureza10

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  • 🌿 Natureza

    Ponta de São Lourenço

    • 🏅 Rede de Monumentos Naturais da Região
    • 🏅 Área protegida

    O extremo oriental da ilha, um mundo à parte: uma península vulcânica de nove quilómetros, basalto e alguns sedimentos calcários, prolongada pelo ilhéu do Desembarcadouro e pelo ilhéu do Farol, onde o clima semiárido e os ventos de norte só deixam crescer plantas rasteiras — nem uma árvore. Monumento Natural regional e sítio da Rede Natura 2000 (1320 ha com a parte marinha), área importante para as aves (cagarra, alma-negra, roque-de-castro, garajau), uma das maiores colónias de gaivotas da Região, cerca de 160 espécies de plantas incluindo endemismos exclusivos e, por vezes, um lobo-marinho ao largo. A Baía d'Abra oferece um ancoradouro notável; a oeste, a Prainha e as dunas da Piedade com os seus fósseis de 300 000 anos sob a capela do século XVI. O PR 8 (4 km + 4 km, 2h30) leva à Casa do Sardinha; o extremo, adquirido pela Região em 1994, está em proteção total. Vista sobre as duas costas a partir da Ponta do Rosto.

    Área protegida: 4,50 € (> 12 anos) via SIMplifica, grátis residentes e até 12 anos
  • 🌿 Natureza

    Estreito (Ponta de São Lourenço)

    Geossítio na freguesia de Caniçal (Machico). Geossítio do inventário regional, na Ponta de São Lourenço: numerosos diques, subverticais ou entrecruzados, e falhas cuja tectónica moldou a atual linha de costa.

  • 🌿 Natureza

    Cais do Sardinha

    No fim da Vereda da Ponta de São Lourenço (PR 8), depois de três quilómetros a pé à ida, uma pequena enseada onde se pode tomar banho. Não é praia equipada: sem apoio nem vigilância: tenha cuidado. A água é translúcida e o local fica dentro da reserva natural parcial. Daqui a vista alcança longe sobre o Atlântico, com as Desertas e o Porto Santo no horizonte.

    4,50 € por visitante com mais de 12 anos, reserva SIMplifica (PR 8)
  • 🌿 Natureza

    Ponta do Bode

    Na vertente norte da freguesia do Caniçal, um sítio protegido de tons avermelhados a que localmente se chama «Marte na Madeira». O nome vem de uma lenda local: um bode teria caído destas falésias; já aparece em cartas do final do século XIX. O lugar tem dois geossítios. O primeiro é o local onde o Complexo Vulcânico Superior aflora: é o melhor ponto da ilha para observar a disjunção esferoidal. O segundo, incluído na Rede Natura 2000 e no Monumento Natural da Ponta de São Lourenço, mostra um complexo de «diques em diques», próprio do vulcanismo fissural.

  • 🌿 Natureza

    Furnas do Cavalum (Grutas do Cavalum)

    Um conjunto de quatro cavidades na freguesia de Machico, um dos poucos exemplos de tubo de lava conhecidos na ilha. Estes condutos formam-se quando a superfície de uma escoada arrefece depressa enquanto o interior se mantém líquido e acaba por escoar, deixando um canal vazio. As quatro cavidades, de tamanhos e altitudes diferentes, abrigam uma fauna cavernícola variada, com espécies que só existem na Madeira. O nome remete para uma figura de lenda, um cavalo com asas de morcego.

  • 🌿 Natureza

    Baía de Machico

    A baía onde os primeiros navegadores aportaram em 1419. Estende-se por várias centenas de metros e reúne uma praia de calhau, uma praia de areia amarela importada, um cais e uma marina. As montanhas verdes que a fecham formam uma espécie de anfiteatro a descer para o mar. Pratica-se vela, canoagem e windsurf; ao fundo do cenário surgem as Desertas e a Ponta de São Lourenço.

Cultura8

Cultura8
  • 🏛️ Cultura

    Aqueduto de Machico

    Classificado Monumento de Interesse Municipal, o aqueduto do século XIX corre entre o Caminho do Engenho e a Rua da Estacada. Levava água ao antigo engenho de cana-de-açúcar de Machico — desde o século XVI a ilha era um dos grandes produtores de açúcar, o «ouro branco». Das catorze arcadas originais restam oito, em cantaria vermelha do Caniçal, com vãos de 4,40 m, encostadas ao muro de proteção da Ribeira de Machico. A alvenaria é de basalto rústico rebocado a argamassa de cal; o canal, a levada, é de pedra e cal. O edifício passou a museu em 2001, com projeto de conservação do arquiteto Victor Mestre.

  • 🏛️ Cultura

    Igreja do Piquinho (Caramanchão)

    Uma igreja de 1967 no Caramanchão, dedicada a São José, padroeiro dos trabalhadores e das famílias. Uma pequena capela do século XVIII ocupava o mesmo lugar; restam ruínas com valor arqueológico. A igreja é sobretudo conhecida pelas celebrações de Natal: as missas do parto atraem gente, e o convívio com produtos regionais depois da missa faz parte do rito.

  • 🏛️ Cultura

    Igreja Paroquial de Santa Beatriz (Água de Pena)

    A igreja paroquial da Água de Pena, construída em 1745 sobre os escombros de uma capela do século XVI. De estilo barroco, tem planta longitudinal de nave única, fachada principal em empena e torre sineira. O essencial está no interior: o coro alto e o púlpito, e dois retábulos laterais em talha branca e dourada do barroco final. A histórica Fonte do Seixo é o outro ponto de interesse da freguesia — a mesma onde foi prolongada a pista do aeroporto da Madeira.

  • 🏛️ Cultura

    Igreja do Coração de Jesus (Capela dos Cardais)

    Construída em 1907 pelo cónego Henrique Modesto de Bettencourt, na freguesia da Água de Pena (Machico). Um incêndio destruiu-a em 1976; foi reconstruída em 1987. A arquitetura é revivalista e neomaneirista, de planta longitudinal. No interior, a capela-mor é encimada por uma representação do Agnus Dei; o retábulo é ladeado por duas mísulas com esculturas de Nossa Senhora de Fátima e de São José. Também lhe chamam Capela dos Cardais.

  • 🏛️ Cultura

    Museu da Baleia da Madeira (Caniçal)

    «Uma porta aberta ao conhecimento e uma janela para o mar»: no Caniçal, antigo porto baleeiro, o museu inaugurado em 1989 e instalado desde setembro de 2011 em novas instalações é um dos mais inovadores do género no mundo, com modelos em tamanho real de baleias e golfinhos e filmes 3D estereoscópicos. Uma vasta coleção etnográfica — utensílios antigos, testemunhos, documentação rigorosa — percorre a caça à baleia na Madeira ao longo do século XX, enquanto o museu desenvolve projetos de investigação e conservação sobre a vida marinha do arquipélago. Rua Garcia Moniz 1

  • 🏛️ Cultura

    Núcleo Museológico de Machico – Solar do Ribeirinho

    No centro de Machico, no solar do século XVII renovado do Solar do Ribeirinho, o museu da história do concelho: quatro espaços temáticos interativos em torno das figuras e dos momentos que fizeram Machico — uma cruz de Machim, o retrato de Tristão Vaz Teixeira, primeiro capitão-donatário, uma cruz processional do século XVII, um selo do século XVI com cabo de marfim e cunho de prata, um poema gravado do poeta do século XVIII Francisco Álvares de Nóbrega, o «Camões Pequeno» aqui nascido. Direção Regional da Cultura

Sítios e aldeias4

Sítios e aldeias4
  • 📍 Sítio

    Porto da Cruz

    A vila da costa nordeste, no concelho de Machico, ao pé da Penha d'Águia, rochedo com cerca de 600 m que separa Machico de Santana. Vista do colo da Portela, as suas pequenas casas de telhado laranja espalham-se pelas encostas até ao mar vivo; em baixo, a praia de areia preta vulcânica da Alagoa — por vezes devolvida ao calhau pelas correntes — muito apreciada pelos surfistas, e o complexo balnear do Passeio Marítimo com as suas duas piscinas. É o fim norte do PR 10 Levada do Furado via Portela e o ponto de partida das vistas sobre o Faial.

  • 📍 Sítio

    Machico

    A cidade onde começa a história humana da Madeira: foi aqui que, em julho de 1419, Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira desembarcaram ao descobrir a ilha, e reza a lenda que um século antes a inglesa Anne d'Arfet e o cavaleiro Robert Machim — que deu nome à cidade — aqui se refugiaram. Cerca de 20 000 habitantes e cinco freguesias (Água de Pena, Caniçal, Machico, Porto da Cruz, parte de Santo António da Serra) em 68 km². A baía, uma das mais belas do arquipélago, alinha a praia de calhau de São Roque e a de areia dourada da Banda d'Além, um cais e uma marina, com as Desertas e a Ponta de São Lourenço ao fundo; a Capela dos Milagres marca o lugar da primeira missa, o Solar do Ribeirinho conta a história local, o Pico do Facho vigia o vale.

  • 📍 Sítio

    Caniçal

    A vila piscatória do extremo leste, no concelho de Machico, para lá do túnel do Caniçal: a antiga capital da caça à baleia da Madeira no século XX, cuja memória o Museu da Baleia (fundado em 1989, novas instalações em 2011) guarda com modelos em tamanho real e filmes 3D. Do lado do mar, o complexo balnear de 2003, a enseada da Ribeira do Natal e a Prainha de areia acobreada sob as dunas fósseis da Piedade; do lado da natureza, é a porta da Ponta de São Lourenço e do seu percurso PR 8.

  • 📍 Sítio

    Santo António da Serra (Santo da Serra)

    Num planalto alto a 700 m sobre Machico e Santa Cruz, a pequena freguesia romântica repartida entre os dois concelhos (8,65 km² do lado de Machico): montanhas, vegetação exótica abundante e quintas privadas dão-lhe um ambiente rural e íntimo. No centro, a Quinta do Santo da Serra — construída em finais do século XIX pelos Blandy, dita Quinta da Junta — é um parque público com gamos, pavões, cavalos garranos, minigolfe, ténis, zona de merendas e miradouro até ao Porto Santo. Ao lado, o campo de golfe do Santo da Serra desenhado por Robert Trent Jones Senior, palco do Madeira Island Open.

As freguesias5

As freguesias5

Trilhos PR2

Prático7

O serviço mais próximo de cada tipo, a partir de Machico, em linha reta.